A Isa nasceu em outubro e faz aniversário junto com o nonno Adriano e o vô Ademir. Nada mais justo que comemorar ao lado dos vovôs. Então cada ano ela faz uma festinha intercalando a casa da nonna em Pedrinhas e o rancho da vó Ana em Penápolis. Um ano lá outro cá.
O que nunca falta é decoração de festa da tia Helô e da mamãe Su de acordo com o que a fofurinha mais gosta naquele ano. Teve festa da bailarina, da Hello Kitty, da Princesinha Sofia, dos Minions, da Mulher Maravilha, de unicórnio.
Ela já ganhou bolo feito pela Paula, alfajorzinho da Malô e pizza do tio Reinaldo e da tia Vanessa. Aliás, que pizza. Eles fizeram a massa e assaram um montão de pizza para a galera no forno a lenha do rancho. Que delícia de aniversário foi aquele, com direito a cama elástica para cansar a criançada.
A Isa tem uma família bem grande: são nove tios e tias e sete primos, além dos avós e dos nonnos e a madrinha. Eu que sou só a Mari, prima de segundo grau, tive a sorte de nunca perder um aniversário da Isa em sete anos. Até da comemoração na escola, com direito a brigadeiro e bolo de arco-íris para os amigos no dia do cabelo maluco, eu participei. Considero um privilégio acompanhar o crescimento dessa menina que alegra meus dias com seu abraços quentinhos e beijinhos estalados.
Quando ela tinha apenas dois meses estava lá no restaurante lotado deitada no carrinho enquanto a gente comemorava meus 31 anos cantando parabéns com o bolo de prestígio que ganhei da Carol. Um nenenzinho que só mamava e dormia mas já estava na balada.
Quando ela fez dois anos e estava aprendendo a falar, me mandou a seguinte mensagem: "Cê vai no meu nivesálio? É dumingu". E falou tudo isso fazendo aquele biquinho que ela fazia quando era pequenina e ainda tinha cachinhos fofinhos. Virou lembrança boa aquele vídeo. Assim como o vídeo do dia em que ela veio me visitar quando eu estava doente. "Onde você vai Isabella?" "Vou na baiada com a tia Lo." "Não", disse o pai. Ao que ela retrucou: "Mas eu quero ir. Na baiada." A risada correu solta aquele dia. E não, ela ainda não foi para a balada com a tia Lô. Mas não por falta de vontade.
Essa menininha cresceu sem a gente se dar conta e hoje se tornou confeiteira e artista de sensibilidade ímpar com apenas sete anos. Ela adora fazer bolos de presente para as tias - e para mim, além de bordar toalhinhas e fazer pulseirinhas de miçangas coloridas. E também gosta de escrever cartinhas que ela manda pelo correio para toda a família. Só não gosta muito de perder no jogo. Mas isso a vida há de ensinar. Por enquanto, deixa ela ser a criança carinhosa e feliz que ela merece ser.
Separe:
1 quilo de farinha de trigo
2 colheres de sopa de açúcar
2 colheres de sopa de fermento biológico
1 colher de sopa de sal
3 colheres de sopa de óleo
2 e meio copos americanos de água morna
Primeira etapa: esponja
Junte o açúcar e o fermento em um pouco de água e um pouco de farinha até formar um mingau.
Deixe a mistura descansar por 15 minutos coberta e em local fechado até dobrar de volume
Segunda etapa: massa
Junte a esponja com os dois copos e meio de água, sal e a farinha. Adicione a farinha aos poucos até dar o ponto de amassar sem grudar nas mãos.
Deixe a massa descansar novamente coberta e em local fechado até dobrar de volume.
Terceira etapa: último crescimento
Separe a massa em 5 bolinhas iguais.
Coloque-as numa assadeira enfarinhada e deixe dobrar de volume novamente.
Pronto. A massa já pode ser aberta e recheada com o sabor de sua preferência.
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